Santos entrega lei orçamentária com recorde de R$ 6,8 bilhões à Câmara; entenda
29/04/2026
(Foto: Reprodução) A primeira audiência aconteceu no inicio de abril.
Divulgação/Prefeitura de Santos
A Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, encaminhou à Câmara Municipal o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027 e a revisão do Plano Plurianual (PPA) 2027-2029. Segundo a administração municipal, o investimento de R$ 6,8 bilhões para 2027 será recorde, representando um crescimento de aproximadamente 8% em relação ao orçamento de 2026.
🔎 A LDO define as prioridades de gastos e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), enquanto o PPA estabelece metas e investimentos de maior porte para os próximos quatro anos.
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Segundo a prefeitura, a entrega à Câmara ocorreu na terça-feira (28). Em nota, o município informou que o investimento de R$ 6, 8 bilhões para 2027 representa um acréscimo de aproximadamente R$ 494 milhões ao valor de 2026, superando a inflação projetada pelo Banco Central.
A partir disso, a Câmara organizará uma audiência pública, prevista para o dia 6 de maio, e os projetos serão analisados pela Comissão de Finanças e Orçamento do órgão, que tem 15 dias para emitir os pareceres.
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Investimentos
Segundo a prefeitura, a Administração Direta, que não inclui a Câmara, receberá R$ 5,4 bilhões, destinados a órgãos e secretarias municipais.
Já a Administração Indireta ficará com R$ 1,1 bilhão, contemplando a Fundação Pró-Esporte (Fupes), a Fundação Arquivo e Memória (Fams), a Capep-Saúde, o Instituto de Previdência Social dos Servidores Municipais (IprevSantos) e o Parque Tecnológico.
O município destacou que as emendas parlamentares somam R$ 86 milhões, o equivalente a R$ 4 milhões para cada vereador.
Além disso, o Orçamento Participativo terá R$ 5 milhões destinados a projetos de secretarias e entidades de bairro, sendo dez propostas de R$ 50 mil para entidades e 15 propostas de R$ 300 mil para secretarias.
A área social concentra a maior parte dos investimentos, com R$ 2,7 bilhões destinados às secretarias de Saúde, Educação, Desenvolvimento Social e Mulher, Cidadania, Diversidade e Direitos Humanos. De acordo com a prefeitura, a Saúde terá a maior fatia, com R$ 1,3 bilhão, seguida pela Educação, com R$ 1,2 bilhão.
Já a zeladoria e a infraestrutura contarão com R$ 783 milhões, distribuídos entre a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (R$ 387,6 milhões), a Secretaria das Prefeituras Regionais (R$ 112,7 milhões) e a Secretaria de Obras e Edificações (R$ 282,7 milhões).
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