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“Recebo muito incentivo para estudar”

Para Pedro Henrique, de 12 anos e morador de Itanhaém (SP), a escola deve dar estímulos para desenvolver seu potencial

Publicada em 23/11/21 as 21:05h por UNICEF - 21 visualizações

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 (Foto: UNICEF/BRZ/Fabio Hirata)

O universo da literatura é novo e fascinante para Pedro Henrique Amâncio Borges. Faz poucos meses que o menino de 12 anos adquiriu o hábito de ler e já mergulhou de cabeça em livros de ação, terror, aventura e romance. “Eu leio qualquer livro que alguém der para mim. Meu pai falou que já estava na hora de eu ler, que isso melhoraria nosso vocabulário e eu teria altas vantagens”, conta.

Além do apoio dos pais, Pedro recebeu reforço positivo de seus professores na escola municipal onde cursa o sétimo ano e, em pouco tempo, adquiriu o gosto pelos livros. Aluno dedicado e curioso, o menino reconhece a importância de ter educação de qualidade e valoriza as oportunidades oferecidas para desenvolver seu potencial e é na escola onde se sente protegido.

“Na minha escola a gente recebe muito incentivo. Eles dão recompensa para o aluno que ler mais, a gente é estimulado a fazer bastante coisa diferente. Foi por causa da escola que meu interesse por criar jogos e programar aumentou”, explica.

Antes da pandemia de covid-19, quando as aulas eram presenciais, Pedro participou de um projeto de informática e aprendeu noções básicas de robótica, automação ao conectar dispositivos e linguagem de programação. Ao unir o aprendizado adquirido nesse projeto e o gosto por desenhar animes, o menino passou a criar jogos ao mexer no computador em casa. Cheio de talentos, ele também escreve rap e poesias e já venceu um concurso do município ao criar um poema sobre Itanhaém, cidade onde mora com os pais e um irmão caçula.

O município do litoral paulista tem se empenhado para que crianças e adolescentes tenham o direito de estudar garantido. Itanhaém já implementou duas iniciativas fomentadas pelo Fundo das Nações Unidas para a infância (UNICEF) com foco em educação: Busca Ativa Escolar e Trajetórias de Sucesso Escolar. A adesão aos programas faz parte da iniciativa Crescer com Proteção, realizada pelo UNICEF, em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Agenda Pública e o Instituto Camará Calunga, em oito municípios da Baixada Santista e do Vale do Ribeira, no estado de São Paulo: Cananéia, Ilha Comprida, Iguape, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, São Vicente, além de Itanhaém. O incentivo à educação é um dos focos do projeto que segue até o final do ano e busca fortalecer políticas de prevenção e enfrentamento das diversas formas de violência contra crianças e adolescentes.

Em casa, os pais estão sempre presentes acompanhando as lições e encorajando o aprendizado de Pedro e seu irmão. Há quatro anos, a família se mudou de São Paulo para Itanhaém e encontrou uma série de atividades culturais e esportivas oferecidas no bairro onde moram, um balneário mais próximo à vizinha Peruíbe do que do centro da cidade.

Duas vezes por semana, depois da escola, Pedro e o irmão participam de um projeto social onde fazem aula de judô e são faixa verde. Para a mãe dos meninos, Djane Aparecida Amâncio Borges, a educação abrange outras atividades para além das lições ensinadas na escola, e devem ser aproveitadas ao máximo. Ela defende que, apesar das dificuldades financeiras enfrentadas pela família, é possível oferecer aos filhos acesso a conhecimentos diversos. “Além do esporte, a gente tenta trabalhar a criatividade dos meninos. Pedro gosta de ler e desenhar. O legal é que os dois são muito participativos, gostam de aprender e buscar mais coisas. Damos apoio total para eles fazerem o que gostam”, conta.

Com motivação, ferramentas para desenvolver seu potencial e oportunidades de proteção, Pedro pensa no futuro profissional e já vislumbra uma série de alternativas. Ele aprendeu com a mãe que o importante é fazer o que gosta, por isso, estão em seus planos se tornar sensei de judô, criador de jogos de computador e desenhista.

“Eu gosto de olhar para as coisas e saber que eu fiz, ver a minha criação. Eu sei que preciso me dedicar e fazer direito para, quando crescer, eu conseguir fazer algo de que eu gosto”, conclui.






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